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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Buraco Negro...



Ambição: Desejo Imoderado de glória.

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 "Você está onde merece." 

Roberto Shinyashiki

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A moeda é nossa, parceiro!


Recebi de um amigo, via e-mail, essa reportagem e não pude deixar de compartilhar... É importante saber, brasileiros!! Abraço à todos!

Centavo de troco não exigido pelo consumidor aumenta lucro de empresas
Data: 14 de Setembro de 2011 - 10:31


A maioria das pessoas não costuma exigir centavos de troco. Mas, com aquela moedinha, ao longo do ano, você está perdendo dinheiro e aumentando o lucro das empresas. Por menor que seja, é uma obrigação do comércio dar o troco ao consumidor. Mas o que acontece se ele não tiver a moedinha, que jê nem é mais fabricada? Quem explica é Elizabeth Baesso, diretora do Procon-SP.

No caso do comerciante que não tiver o centavo para dar de troco, o consumidor deve arredondar o valor para menos, nunca para mais.
Estima-se que, mesmo não sendo mais feita pela Casa da Moeda, as pequeninas moedinhas de R$ 0,01 ainda em circulação somem R$ 32 milhões. Elas estão espalhadas pelo país.

O economista João Rogério Sanson fez a conta e mostrou que se uma família receber R$ 0,01 por dia de troco, ao final de um ano terá tido um ganho de R$ 18 no orçamento. Se uma empresa que atende 1.500 por dia deixar de dar o mesmo valor ao cliente, no mesmo ano terá faturado R$ 5.400.

- Temos essa cultura da alta inflação, com preços aumentando rapidamente, então a gente não se preocupa com pequenas moedas.

Fonte: R7 Assista também ao vídeo da reportagem aqui.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Já que vai fazer, faz direito, VISSE?!

Por Téta Barbosa

Devolva o meu sotaque!

Sou do Recife, a maior cidade pequena do mundo. Por aqui, mania de grandeza é bóia: temos o maior Shopping da América Latina (improvável), a maior avenida em linha reta do Brasil (duvide-o-dó), o maior bloco de carnaval ao ar livre do planeta (vá lá, esse pode até ser), somos recordistas em ataques de tubarão, temos o canal mais fedorento do mundo (isso eu tenho quase certeza que é verdade) e que, além de fedorento tem as únicas comportas em forma de caranguejo do universo.
É assim, a gente se orgulha de tudo, uma resenha.
Ok, exagero, eu sei! Deixemos esse bairrismo exacerbado de lado, mas precisei exemplificá-lo para que você, leitor de qualquer outra parte do mundo, entenda como a gente fica arretado ao ver o galã da telenovela das seis dizer um VISSE no lugar errado, com a entonação errada, na frase errada!
Nada contra essa “nordestinização” globalizada. Mas, já que vai fazer, movéi, que faça direito. Ainda não vi na história novelística brasileira, um ator/atriz (Suzanna Vieira inclusive e principalmente) que tenha entoado um sotaque de forma convincente.
A historinha televisiva é bonita, tem uma direção de arte linda, figurino interessante, mas porque, eu pergunto, insistir nesse danado desse sotaque que atores cariocas/paulistas não dominam? Vôte!
Não podia ser simplesmente como a outra telenovela que se passava na Índia, mas que todo mundo falava português? Licença poética! É de mentirinha, a gente já sabe disso, então pode tudo. Só não pode grear com sotaque dos outros. Sem fuleragem, né?
A gente já tem que engolir ser chamado de “paraíba” a vida toda (nada contra, muito pelo contrário, amo meus vizinhos paraibanos) mas, cada um no seu quadrado!
Sabe aquela aula de geografia que você faltou? Pois foi justamente nela que ensinava que Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Ceará são lugares DIFERENTES. Parecidos, mas diferentes.
Já pensou eu chegar no Rio chamando carioca de paulista? Tu não ia estilar?
- Oxe, mas é bem pertinho e (pra gente) o sotaque é quase igual. Pode não?
Pode não! Paraibano é paraibano e pernambucano é massa. Eita, deixei escapar odanado do bairrismo que tava escondido debaixo do tapete, foi mal aí, movéi.
Desculpem o arrudeio, mas é porque OXE e EITA são assuntos importantes pelas bandas de cá, VISSE?

Téta Barbosa é jornalista, publicitária, mora no Recife e vive antenada com tudo o que se passa ali e fora dali.  Escreverá no Blog do NoblaTsempre às segundas-feiras sobre modismos, modernidades e curiosidades.
P.S.: Parabéns a Téta Barbosa pelo talento inspirador! #VireiFã

sábado, 21 de maio de 2011

De tudo, as entrelinhas.

Por Michelle F.


Não precisamos de explicações para saber que existe um ‘meio’. Do que nos ensinam, acho ainda mais lindo tudo o que nunca nos foi dito. Tudo aquilo o que não se fala, o que não se descreve... Tudo aquilo o que a palavra não é capaz de alcançar, de limitar...
Nas entrelinhas é que reside tudo o que há de mais encantador, mais doce, mais completo!
Gosto das reticências, das coisas mais impossíveis... são mais raras e, portanto, mais belas, mais sensíveis, mais intensas. Sou amante do silencioso poder do olhar, das expressões surdas que não se encaixam no restrito significado de uma palavra... são livres, apenas existem! E isso basta. Sou fascinada pelo incontrolável, pelo espontâneo, pelo indescritível. Por tudo o que não precisa de lógica ou permissão para ‘ser’. Sou encantada pelo que não tem limites, nem fim... Sou mesmo é apaixonada pelo que existe entre o ‘sim’ e o ‘não’.

sábado, 7 de maio de 2011

Ai meu Deus, o que é que eu faço?

Por Michelle F.

Um dia desses, ao abrir a janela, tomei um susto quando ouvi de uma amiga, uma frase um tanto e meio desesperada: “Ai meu Deus, o que é que eu faço? Minha vida daria uma novela... Mexicana!”... Curiosa que fiquei depois de interpretar isso como um pedido de ‘socorro’, acabei metendo o nariz na história, que ainda tinha muito a ser contada, em detalhes e correções. Sim, porque a primeira colocação que eu me dei o abuso de fazer foi: “Minha filha, sua vida está um caos, não é?”... Mais do que imediatamente veio a correção. Minha amiga deu-me um freio broxante, do tipo: “Ei, querida, entra devagar!” (rsrs*)

Pois, sim, pelo menos teve um lado positivo nesse ‘peraí’ que meu nariz levou por ser desse jeito assim, intrometido... A vida dela não estava um caos, estava amorosamente enrolada! Pensei, bom, eu não entendo nada de relacionamentos amorosos, mas talvez posso ao menos dar, não o nariz, mas uma mãozinha naquele desaconchego perturbador pelo qual passava ela naquele momento.

Porém, acabei mais complicada do que ela e sem respostas para tudo desde que ouvi o nome dos 4, isso mesmo, '4' possíveis candidatos a ter um final feliz ao lado da mocinha na novela mexicana de uma vida super real.

Desta vez, sobrou pra mim: “Ai meu Deus, eu concordo, o que é que você faz, amiga?!” A única frase que me veio à cabeça depois de ouvir o resumo da novelinha:

...Eles ligam, todos, todos os dias... Em horário de trabalho, almoço, jantar, enfim... todos os dias... 

Mocinho nº1 – Já esteve por um bom tempo na trama. Até já namorou a mocinha durante também um bom tempo, mas, por motivos bem indiscretos e desmerecedores do amor da bela moça, saiu de cena há, igualmente, um bom tempo. Ele é um ótimo, bacana, super amigo, porém, ela já disse, é só isso, amigo. (Ele insiste na fila. Rs*)
Mocinho nº2 – Apareceu, meio que ‘do céu’, cheio de amor pra dar, conheceu a mocinha em sua fase de vulnerabilidade sentimental, sabe... Naquele tempo em que nós mulheres precisamos de um ‘tudo’ e quem nos traz, ou pelo menos tenta nos dar esse tudo ganha rapidinho o nosso mole coração?! Pois, e não é que ele veio com esse ‘tudo’... O bonitão mexicano, mais do que mocinho, moreno alto, não sei se ‘sensual’ também, mas, esses elogios não me cabem (rsrs), atencioso, carinhoso, vida feita, um bolso bem nutrido, conteúdo muito bom... Com direito à flores e tudo mais... (Me parece, pela descrição, que ele está no topo da fila!)
Mocinho nº3 – No meio de tanta dúvida, ainda chega numa festividade, cheio de carinho, fulminando tudo com o super azul de seus olhos, agitando a mocinha com, claro, boas intenções, acendendo aquele ‘fogo’ que só nós mulheres sabemos como é necessário para deixar a vida bem mais alto astral do que parece, participando e trazendo para a história da mocinha uma bagagem cheia de surpresas e, por que não, cheia de conforto e tantas emoções! (Está coladinho, ali bem atrás do mocinho nº2, na fila)
Mocinho nº4 – Novíssimo na trama, ainda não teve oportunidades o suficiente para mostrar um portifólio de vida à altura dos candidatos anteriores. Quase não sei nada a respeito dele, até por que, na conversa, só foi citado uma única vez. (Acho que posso até tirar ele da fila.)”

Pois, então - diante desse, eu diria, labirinto - minha intenção de ajuda numa hora dessas já havia sido enfraquecida como uma castração. Fiquei agora sem nariz, e sem palavras. Complicadíssimo entender o ‘amor’ numa situação assim. Durante minha vida passei por desentendimentos próprios com meu coração, mas, nada que pudesse servir  de inspiração ou ao menos de exemplo para auxiliar no final desta novela real. ‘Difícil hein amiga, boa sorte!’ foi tudo o que eu consegui dizer.

Aqui, registrei esse episódio, em homenagem a esta amiga que amo tanto, e segundo porque sou definitivamente uma admiradora das mil e uma coisas, mesmo que pequenas, que desordenam tão forte os sentimentos de uma mulher. Claro, que aqui tudo é uma superficialidade da história realmente vivida. Mas, Para quem encontra a felicidade juntando dois corações, é claro, vale a pena ganhar SIM um final feliz.
Deixo pra ela, no cantinho da minha janela, um trechinho de palavras guardadas na minha apertada gaveta de razões. As palavras não são minhas, mas, sempre me inspiram e contagiam a dar algum passo, adiante ou não...

“Prefiro esbanjar emoções. Mesmo que doa. Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender. Meus arrependimentos duram pouco, alguma coisa me cutuca e diz: olha, que bom que você fez. Que bom que você teve coragem. Que bom que você sente. Que bom que você tenta. Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo. E a outra metade? De dar errado. Mas não é poupando que você saberá.”

(Um beijo pra você amiga! Obrigada pela permissão concedida de compartilhar aqui um pouquinho da história do seu coração!! E, no mais, boa sorte sempre! rs*)