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sábado, 26 de março de 2011




Sabe aquela mulher super equilibrada?
Que nunca te cobra nada?
Super segura, nada ciumenta e calma?
Ela tem outro.



Tati Bernadi

sábado, 19 de março de 2011

Lua cheia - em 19 de março de 2011. 20:20hs

E,
essa lua linda que chegou essa noite,
que me trouxe mais que a luz dela refletida,
a imagem natural de uma calma,
uma calma que não é daqui, que não é de hoje,
nem é minha, é dele.

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segunda-feira, 7 de março de 2011

ABSURDO! [Parte 2]

REPORTAGEM EXIBIDA PELO JC EM 3 DE MARÇO 2011.


SDS monta investigação para descobrir fonte de repórter



por João Valadares, quinta, 3 de março de 2011 às 07:52
O negócio é o seguinte. A Secretaria de Defesa Social montou uma investigação para que eu revelasse minhas fontes na reportagem-denúncia com foco na estrutura do Corpo de Bombeiros. Fui intimado formalmente e prestei depoimento por quase três horas na corregedoria. No interrogatório, me disseram nomes e me mostraram fotos para eu atestar que determinada pessoa era a minha fonte. Abaixo, matéria de @eduardomaxado sobre o caso. No JC, vcs conseguem v todas as matérias. Aqui só coloquei a principal. Parece mentira, mas é verdade.

» DENÚNCIAS CONTRA BOMBEIROS
SDS pressiona por fonte do JC
Publicado em 03.03.2011

Corregedoria-Geral instaurou investigação oficial e intimou repórter para que ele revelasse informante. Preservação de fonte é prerrogativa constitucional

Eduardo Machado

eduardomaxado@gmail.com

Desde o último dia 27 de janeiro, a principal comissão de sindicância militar da Corregedoria-Geral da Secretaria de Defesa Social dedica seu tempo a uma caça às bruxas. Após uma série de denúncias do Jornal do Commercio sobre a falta de equipamentos no Corpo de Bombeiros, uma investigação oficial foi instaurada com o objetivo de identificar a pessoa que repassou informações ao JC. Formalmente, a apuração visa “diante de reportagens de jornal e televisão tentando descredibilizar as instituições públicas, aprofundar diligências para materializar conduta de transgressão disciplinar ou não”. Na segunda-feira passada, o repórter João Valadares foi intimado a depor na Corregedoria e instado a revelar quem eram suas fontes, além de ter a foto de um oficial apresentada a ele para confirmar se aquela pessoa era sua informante.

Preservar a fonte de informação é prerrogativa do jornalista, prevista na Constituição Federal, no artigo 5º, inciso XIV: “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”.

Os nomes dos três fotógrafos que registraram imagens da deterioração ou má conservação dos equipamentos do Corpo de Bombeiros, no trabalho com o repórter, também foram solicitados durante o depoimento. O jornalista foi ouvido pelos coronéis Elias Siqueira e Frederico Malta, lotados na Corregedoria. A ouvida foi acompanhada por dois advogados do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC).

O repórter foi confrontado com as seguintes perguntas: “Se tem ligação com algum militar que possivelmente lhe repassou informações”. “Se tem amizade com algum integrante do Corpo de Bombeiros”, além de ter a foto de um tenente-coronel exibida para “reconhecimento fotográfico”.

Provas sobre a veracidade das denúncias não foram requisitadas ao repórter. O foco do depoimento girou em torno de onde partiram as informações.

O diretor de redação do JC, Ivanildo Sampaio, avaliou a atitude da Corregedoria-Geral da Secretaria de Defesa Social. “Tenho 42 anos de exercício profissional, convivi com a presença de censores dentro da redação, mas nunca vi uma tentativa maior de intimidar a imprensa, quanto essa da Corregedoria da SDS, ao tentar fazer com que o repórter João Valadares entregasse possíveis fontes que lhe deram informações – duras, mas verídicas – sobre os desmandos revelados no Corpo de Bombeiros do Estado. Não bastassem as fotos reveladoras publicadas pelo JC, os próprios comandantes da corporação apenas ratificaram as denúncias do nosso repórter, ao anunciar medidas saneadoras sobre o que foi revelado. Para desgosto deles, João Valadares vai continuar sem revelar quais foram as suas fontes, como lhe assegura a Constituição Federal”, concluiu Ivanildo Sampaio.

-Poderes por poderes, chega até a ser engraçado! Mas, mexer com a imprensa é claramente difícil, ou, eu diria até que, inútil. 
Sr. Valadares, meus aplausos às reportagens e congratulações pela compostura autêntica de um excelente Jornalista! Delícias do 4º poder! (FATO!) rs*
Michelle F.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Acontece...



CRITÉRIO É CRITÉRIO
Chegaram 700 currículos à mesa do diretor de uma grande multinacional.
Ele diz à secretária:
- Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para serem entrevistados.
Jogue os restantes na máquina fragmentadora.
- O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!
Ele responde:
- Eu não preciso de gente sem sorte ao meu lado!


EMPREGADO NOVO 

O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido, e inicia o diálogo: - Qual é o seu nome? - Eduardo - responde o empregado.  
-Olhe, - explica o gerente - eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. 

Isso é muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza... 

Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: qual é o seu nome completo? 
O empregado responde: 
- Meu nome é Eduardo Paixão. 
- Tá certo, Eduardo. Pode ir agora. 

PEDIDO DE AUMENTO
O jovem empregado vai à sala do director da empresa onde trabalha:
- Senhor director, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.
Com medo de perder aquele promissor talento, dobra-lhe o salário. As empresas valorizam os funcionários quando eles recebem outras propostas.
- Mas mate-me uma curiosidade. Pode dizer-me quais são essas quatro empresas?
- Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco! 

RACIOCÍNIO RÁPIDO 
Pra testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar 500 reais a mais no salário dele. 
Passam os dias, e o funcionário não relata nada. 
Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar 500 reais. 
No mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele: 
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram 500 reais do salário. 
- É ? Curioso que no mês passado eu coloquei 500 a mais e você não falou nada. 
- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo !

Muito boa!!!

Fonte: hotmail

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dá 11 pra ela!!!

O vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de Camões:

'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.

Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :

'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
                         esses desatinos sem nexo,
                             não eram feridas de amor,
                          mas somente falta de sexo!'

A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela estruturação dos versos, e das rimas insinuantes.
Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de CAMÕES ERA APENAS FALTA DE MULHER... (rs*)